quinta-feira, agosto 27, 2026

TSE e Google fecham acordo para identificar uso ilegal de IA


Ferramenta no YouTube detectará imagem de candidatos em vídeos gerados por inteligência artificial

O Tribunal Superior Eleitoral e o Google firmaram nesta quarta-feira (26) uma parceria para ampliar o uso de uma ferramenta que identifica o uso indevido da imagem de candidatos em vídeos gerados por inteligência artificial durante as eleições. O tribunal também fará campanha com o YouTube para estimular a adesão à tecnologia.

Leia também:

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, tem avançado em acordos com empresas de tecnologia para conter a disseminação de fake news. Ao mesmo tempo, a Corte enfrenta dificuldade para construir um consenso interno que defina limites exatos para o uso de inteligência artificial no pleito.

O tema ganhou relevância depois que Flávio Bolsonaro (PL) divulgou um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na convenção que o oficializou candidato à Presidência. O PT entrou com ação no TSE, mas o caso ainda não foi julgado em razão do impasse entre os ministros.

A tecnologia permite que os participantes da eleição detectem no YouTube conteúdos que reproduzam suas imagens sem autorização prévia. Os candidatos precisarão fazer um cadastro biométrico na plataforma. Com isso, o YouTube poderá varrer os vídeos publicados e notificar o candidato quando for detectada reprodução de sua imagem.

Ao assinar o acordo, Nunes Marques afirmou: “Tenho a certeza de que a união dos setores público e privado, em prol dos valores democráticos, é uma das mais significativas expressões do texto constitucional.”

A parceria entra em vigor no período eleitoral de 2026 e busca oferecer um mecanismo de alerta aos candidatos, sem resolver, por enquanto, a definição jurídica sobre os limites do uso de inteligência artificial nas campanhas.

#TSE #Google #InteligenciaArtificial #Eleicoes2026 #YouTube #FakeNews



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Ferramenta no YouTube detectará imagem de candidatos em vídeos gerados por inteligência artificial

O Tribunal Superior Eleitoral e o Google firmaram nesta quarta-feira (26) uma parceria para ampliar o uso de uma ferramenta que identifica o uso indevido da imagem de candidatos em vídeos gerados por inteligência artificial durante as eleições. O tribunal também fará campanha com o YouTube para estimular a adesão à tecnologia.

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O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, tem avançado em acordos com empresas de tecnologia para conter a disseminação de fake news. Ao mesmo tempo, a Corte enfrenta dificuldade para construir um consenso interno que defina limites exatos para o uso de inteligência artificial no pleito.

O tema ganhou relevância depois que Flávio Bolsonaro (PL) divulgou um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na convenção que o oficializou candidato à Presidência. O PT entrou com ação no TSE, mas o caso ainda não foi julgado em razão do impasse entre os ministros.

A tecnologia permite que os participantes da eleição detectem no YouTube conteúdos que reproduzam suas imagens sem autorização prévia. Os candidatos precisarão fazer um cadastro biométrico na plataforma. Com isso, o YouTube poderá varrer os vídeos publicados e notificar o candidato quando for detectada reprodução de sua imagem.

Ao assinar o acordo, Nunes Marques afirmou: “Tenho a certeza de que a união dos setores público e privado, em prol dos valores democráticos, é uma das mais significativas expressões do texto constitucional.”

A parceria entra em vigor no período eleitoral de 2026 e busca oferecer um mecanismo de alerta aos candidatos, sem resolver, por enquanto, a definição jurídica sobre os limites do uso de inteligência artificial nas campanhas.

#TSE #Google #InteligenciaArtificial #Eleicoes2026 #YouTube #FakeNews



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