quarta-feira, abril 22, 2026

Piscinas da Água Mineral seguem fechadas sem previsão


Imagem: Metrópoles

Interdição já dura dois meses e reabertura das piscinas ainda é incerta. ICMBio afirma que laudo técnico não foi concluído e licitação segue indefinida.

As piscinas Areal e Pedreira, localizadas na Água Mineral, no Parque Nacional de Brasília, completaram dois meses interditadas sem qualquer previsão de reabertura. A situação frustrou visitantes, especialmente durante o feriado de aniversário de 66 anos de Brasília, quando o espaço costuma ser um dos destinos mais procurados.

A interdição começou em fevereiro como medida preventiva de segurança. Desde então, o local segue fechado para banho, enquanto o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realiza avaliações técnicas para definir as intervenções necessárias na estrutura das piscinas.

Leia também

Inicialmente, o ICMBio havia informado que a licitação para início das obras seria aberta ainda em março, com expectativa de reforma já no primeiro semestre. No entanto, o cronograma não se concretizou, e o cenário atual é de indefinição.

Segundo o instituto, a empresa responsável pela análise estrutural ainda não concluiu o laudo técnico completo. O prazo para entrega é de até 90 dias desde o início da inspeção, o que tem atrasado a abertura do processo licitatório.

A interdição foi mantida após identificação de problemas estruturais considerados graves. Parte do sistema de escoamento apresentou falhas, e buracos surgiram no deck das piscinas. Há, inclusive, risco de ruptura na piscina Pedreira, o que reforçou a decisão de manter o espaço fechado por segurança.

Leia também:

Esta é a interdição mais longa da década relacionada diretamente às condições de uso das piscinas, desconsiderando o período da pandemia de Covid-19. Em 2022, por exemplo, o fechamento ocorreu por apenas dois dias, devido à ausência de salva-vidas.

Apesar da interdição, o parque continua aberto ao público com outras atrações, como trilhas ecológicas e áreas de contemplação. Ainda assim, o fechamento das piscinas impactou significativamente o número de visitantes, segundo o próprio ICMBio.

A reabertura dependerá da conclusão do laudo técnico e da realização da licitação para as obras. Até lá, não há prazo definido para que um dos principais pontos turísticos do Distrito Federal volte a funcionar plenamente.


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Interdição já dura dois meses e reabertura das piscinas ainda é incerta. ICMBio afirma que laudo técnico não foi concluído e licitação segue indefinida.

As piscinas Areal e Pedreira, localizadas na Água Mineral, no Parque Nacional de Brasília, completaram dois meses interditadas sem qualquer previsão de reabertura. A situação frustrou visitantes, especialmente durante o feriado de aniversário de 66 anos de Brasília, quando o espaço costuma ser um dos destinos mais procurados.

A interdição começou em fevereiro como medida preventiva de segurança. Desde então, o local segue fechado para banho, enquanto o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realiza avaliações técnicas para definir as intervenções necessárias na estrutura das piscinas.

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Inicialmente, o ICMBio havia informado que a licitação para início das obras seria aberta ainda em março, com expectativa de reforma já no primeiro semestre. No entanto, o cronograma não se concretizou, e o cenário atual é de indefinição.

Segundo o instituto, a empresa responsável pela análise estrutural ainda não concluiu o laudo técnico completo. O prazo para entrega é de até 90 dias desde o início da inspeção, o que tem atrasado a abertura do processo licitatório.

A interdição foi mantida após identificação de problemas estruturais considerados graves. Parte do sistema de escoamento apresentou falhas, e buracos surgiram no deck das piscinas. Há, inclusive, risco de ruptura na piscina Pedreira, o que reforçou a decisão de manter o espaço fechado por segurança.

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Esta é a interdição mais longa da década relacionada diretamente às condições de uso das piscinas, desconsiderando o período da pandemia de Covid-19. Em 2022, por exemplo, o fechamento ocorreu por apenas dois dias, devido à ausência de salva-vidas.

Apesar da interdição, o parque continua aberto ao público com outras atrações, como trilhas ecológicas e áreas de contemplação. Ainda assim, o fechamento das piscinas impactou significativamente o número de visitantes, segundo o próprio ICMBio.

A reabertura dependerá da conclusão do laudo técnico e da realização da licitação para as obras. Até lá, não há prazo definido para que um dos principais pontos turísticos do Distrito Federal volte a funcionar plenamente.


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