sexta-feira, abril 17, 2026

PCDF prende suspeita de fraude bancária com uso de dados de terceiros

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV/CORF), unidade vinculada ao Departamento de Polícia Especializada (DPE), deflagrou ação que resultou na prisão em flagrante de uma mulher suspeita de integrar um esquema criminoso especializado em fraudes bancárias, com a utilização de dados de terceiros para a realização de movimentações financeiras ilícitas.

A ação teve início após comunicação da área de segurança de uma instituição financeira, que identificou movimentação fraudulenta em uma conta bancária aberta recentemente, com indícios de utilização indevida de dados cadastrais.

Diante das informações e da situação de flagrante, a equipe policial deslocou-se até uma agência bancária situada na Asa Sul, onde localizou a suspeita no interior do estabelecimento, no momento em que tentava concluir uma operação financeira fraudulenta. A abordagem foi realizada de forma técnica e sem resistência, sendo confirmados indícios de fraude, inclusive diante das contradições apresentadas pela suspeita quanto à origem dos dados utilizados.

Apurou-se, ainda, que a investigada exercia atividade lícita como diarista, valendo-se dessa condição como aparente rotina regular, em paralelo à sua atuação no esquema criminoso. Consta dos autos que, a cada empreitada delitiva, ela percebia remuneração correspondente a aproximadamente 20% do valor obtido com as fraudes, a título de contraprestação por sua atuação operacional, consistente na abertura de contas bancárias em nome de terceiros e na tentativa de obtenção de crédito mediante fraude.

A presa responderá pelos crimes de associação criminosa, estelionato mediante fraude eletrônica e falsa identidade, cujas penas somadas podem ultrapassar 20 anos de reclusão. O material apreendido será submetido a exames periciais para reforçar o conjunto probatório e possibilitar a identificação de outros envolvidos.

A Polícia Civil do Distrito Federal ressalta que a utilização de dados de terceiros, bem como o fornecimento ou uso de contas bancárias para movimentar valores ilícitos, são práticas criminosas graves, que fortalecem organizações criminosas e geram prejuízos expressivos às vítimas e à sociedade.



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A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV/CORF), unidade vinculada ao Departamento de Polícia Especializada (DPE), deflagrou ação que resultou na prisão em flagrante de uma mulher suspeita de integrar um esquema criminoso especializado em fraudes bancárias, com a utilização de dados de terceiros para a realização de movimentações financeiras ilícitas.

A ação teve início após comunicação da área de segurança de uma instituição financeira, que identificou movimentação fraudulenta em uma conta bancária aberta recentemente, com indícios de utilização indevida de dados cadastrais.

Diante das informações e da situação de flagrante, a equipe policial deslocou-se até uma agência bancária situada na Asa Sul, onde localizou a suspeita no interior do estabelecimento, no momento em que tentava concluir uma operação financeira fraudulenta. A abordagem foi realizada de forma técnica e sem resistência, sendo confirmados indícios de fraude, inclusive diante das contradições apresentadas pela suspeita quanto à origem dos dados utilizados.

Apurou-se, ainda, que a investigada exercia atividade lícita como diarista, valendo-se dessa condição como aparente rotina regular, em paralelo à sua atuação no esquema criminoso. Consta dos autos que, a cada empreitada delitiva, ela percebia remuneração correspondente a aproximadamente 20% do valor obtido com as fraudes, a título de contraprestação por sua atuação operacional, consistente na abertura de contas bancárias em nome de terceiros e na tentativa de obtenção de crédito mediante fraude.

A presa responderá pelos crimes de associação criminosa, estelionato mediante fraude eletrônica e falsa identidade, cujas penas somadas podem ultrapassar 20 anos de reclusão. O material apreendido será submetido a exames periciais para reforçar o conjunto probatório e possibilitar a identificação de outros envolvidos.

A Polícia Civil do Distrito Federal ressalta que a utilização de dados de terceiros, bem como o fornecimento ou uso de contas bancárias para movimentar valores ilícitos, são práticas criminosas graves, que fortalecem organizações criminosas e geram prejuízos expressivos às vítimas e à sociedade.



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