terça-feira, maio 26, 2026

PCDF prende grupo suspeito de aplicar “golpe do paco” em diversas regiões do DF e entorno


A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), prendeu em flagrante, no domingo (25), quatro suspeitos de integrar um grupo especializado na aplicação do chamado “golpe do paco”, modalidade de estelionato praticada de forma coordenada.

Segundo as investigações, o grupo atuava próximo a agências bancárias e lotéricas, escolhendo vítimas que haviam acabado de realizar saques ou movimentações financeiras.
No golpe, um dos integrantes simulava perder uma carteira ou pacote com suposta grande quantia em dinheiro. Outro comparsa “encontrava” o objeto junto à vítima e criava uma relação de confiança. Em seguida, um terceiro integrante aparecia afirmando ser o proprietário e prometia recompensa pela devolução.

Para dar credibilidade à fraude, os criminosos convenciam a vítima a entregar bolsas, celulares, cartões e documentos enquanto iriam buscar o suposto pagamento. Nesse momento, fugiam levando todos os pertences.
As diligências da 8ª DP identificaram divisão estruturada de tarefas entre os envolvidos, incluindo monitoramento do ambiente e apoio à fuga. 

Durante acompanhamento investigativo, os policiais flagraram nova atuação do grupo na Cidade Estrutural. Pouco depois, foi registrada ocorrência compatível com o modus operandi investigado. Na sequência, os suspeitos praticaram novo crime em Planaltina/DF.

Após o segundo fato, a equipe abordou o veículo utilizado pelo grupo e localizou diversos objetos das vítimas, além de celulares, cartões e documentos cuja origem ainda é apurada.
As investigações apontam que três dos quatro presos possuem extenso histórico criminal por crimes patrimoniais. Um deles acumula mais de 25 indiciamentos e ao menos 15 mandados de prisão anteriores relacionados a estelionatos.
Durante interrogatório, um dos presos admitiu parcialmente a prática do golpe e confirmou a divisão de funções entre os integrantes.
Os investigados foram indiciados, em tese, por organização criminosa e dois crimes de estelionato consumado. Somadas, as penas máximas podem ultrapassar 18 anos de prisão.
Além do flagrante atual, o grupo também é investigado por outros crimes semelhantes no DF e em outras unidades da federação.

Assessoria de Comunicação – Ascom/DGPC
PCDF, excelência na investigação



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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural), prendeu em flagrante, no domingo (25), quatro suspeitos de integrar um grupo especializado na aplicação do chamado “golpe do paco”, modalidade de estelionato praticada de forma coordenada.

Segundo as investigações, o grupo atuava próximo a agências bancárias e lotéricas, escolhendo vítimas que haviam acabado de realizar saques ou movimentações financeiras.
No golpe, um dos integrantes simulava perder uma carteira ou pacote com suposta grande quantia em dinheiro. Outro comparsa “encontrava” o objeto junto à vítima e criava uma relação de confiança. Em seguida, um terceiro integrante aparecia afirmando ser o proprietário e prometia recompensa pela devolução.

Para dar credibilidade à fraude, os criminosos convenciam a vítima a entregar bolsas, celulares, cartões e documentos enquanto iriam buscar o suposto pagamento. Nesse momento, fugiam levando todos os pertences.
As diligências da 8ª DP identificaram divisão estruturada de tarefas entre os envolvidos, incluindo monitoramento do ambiente e apoio à fuga. 

Durante acompanhamento investigativo, os policiais flagraram nova atuação do grupo na Cidade Estrutural. Pouco depois, foi registrada ocorrência compatível com o modus operandi investigado. Na sequência, os suspeitos praticaram novo crime em Planaltina/DF.

Após o segundo fato, a equipe abordou o veículo utilizado pelo grupo e localizou diversos objetos das vítimas, além de celulares, cartões e documentos cuja origem ainda é apurada.
As investigações apontam que três dos quatro presos possuem extenso histórico criminal por crimes patrimoniais. Um deles acumula mais de 25 indiciamentos e ao menos 15 mandados de prisão anteriores relacionados a estelionatos.
Durante interrogatório, um dos presos admitiu parcialmente a prática do golpe e confirmou a divisão de funções entre os integrantes.
Os investigados foram indiciados, em tese, por organização criminosa e dois crimes de estelionato consumado. Somadas, as penas máximas podem ultrapassar 18 anos de prisão.
Além do flagrante atual, o grupo também é investigado por outros crimes semelhantes no DF e em outras unidades da federação.

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