quarta-feira, junho 3, 2026

Palácio Maguito Vilela recebe a exposição “Horizonte Pacífico e o Nascimento do Cronismo”, que fica aberta até 30 de junho


A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), por meio da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais, abriu na noite dessa terça-feira, 2, a exposição “Horizonte Pacífico e o Nascimento do Cronismo”, do artista Matheus Fornazier, conhecido artisticamente como MATDOG.

A mostra marca a primeira exposição individual de Fornazier, de 24 anos, que atua como artista plástico há um ano e meio. Conforme material de divulgação da exposição, ele apresenta ao público uma trilogia desenvolvida dentro do movimento artístico denominado Cronismo. Segundo o artista, a proposta reúne obras que abordam temas como contemplação, memória, estados emocionais e a experiência humana diante das transformações do mundo contemporâneo.

As produções expostas apresentam paisagens com horizontes amplos e elementos simbólicos. Ainda segundo o artista, a proposta é levar o público a refletir sobre ciclos da existência, processos de ruptura, reconstrução e permanência na trajetória humana.

Fornazier afirmou que a trilogia foi concebida para retratar diferentes momentos da experiência humana. “Essa trilogia conta sobre os ciclos da humanidade e os ciclos do mundo”, disse. Ele informou que o Cronismo busca estimular a observação do presente em meio à aceleração da vida contemporânea.

Forma de expressão

O artista destacou que encontrou na arte uma forma de expressão após experiências pessoais que o levaram a redescobrir a atividade artística. “A arte surgiu como forma de terapia e de viver”, relatou.

Presente na abertura da exposição, o presidente da Associação Goiana de Artes Visuais (Agav), Pedro Galvão, ressaltou a relevância dos espaços dedicados à valorização da produção artística local. “Goiânia é um celeiro de artistas”, afirmou, destacando ainda a importância de iniciativas que possibilitem a divulgação de novos talentos para a sociedade.

A chefe da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais da Alego, Emiliana Pereira, enfatizou o papel da Casa na promoção da cultura e no incentivo aos artistas goianos. “Mais uma vez a Casa abre as portas para prestigiar o trabalho dos nossos artistas goianos”, declarou.

Emiliana destacou o caráter simbólico da exposição por representar a estreia de um jovem artista em uma mostra individual. Segundo ela, a iniciativa busca ampliar as oportunidades para que novos talentos possam apresentar seus trabalhos e alcançar outros espaços de exposição.

A exposição permanecerá aberta para visitação até o dia 30 de junho, no saguão do Palácio Maguito Vilela.



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A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), por meio da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais, abriu na noite dessa terça-feira, 2, a exposição “Horizonte Pacífico e o Nascimento do Cronismo”, do artista Matheus Fornazier, conhecido artisticamente como MATDOG.

A mostra marca a primeira exposição individual de Fornazier, de 24 anos, que atua como artista plástico há um ano e meio. Conforme material de divulgação da exposição, ele apresenta ao público uma trilogia desenvolvida dentro do movimento artístico denominado Cronismo. Segundo o artista, a proposta reúne obras que abordam temas como contemplação, memória, estados emocionais e a experiência humana diante das transformações do mundo contemporâneo.

As produções expostas apresentam paisagens com horizontes amplos e elementos simbólicos. Ainda segundo o artista, a proposta é levar o público a refletir sobre ciclos da existência, processos de ruptura, reconstrução e permanência na trajetória humana.

Fornazier afirmou que a trilogia foi concebida para retratar diferentes momentos da experiência humana. “Essa trilogia conta sobre os ciclos da humanidade e os ciclos do mundo”, disse. Ele informou que o Cronismo busca estimular a observação do presente em meio à aceleração da vida contemporânea.

Forma de expressão

O artista destacou que encontrou na arte uma forma de expressão após experiências pessoais que o levaram a redescobrir a atividade artística. “A arte surgiu como forma de terapia e de viver”, relatou.

Presente na abertura da exposição, o presidente da Associação Goiana de Artes Visuais (Agav), Pedro Galvão, ressaltou a relevância dos espaços dedicados à valorização da produção artística local. “Goiânia é um celeiro de artistas”, afirmou, destacando ainda a importância de iniciativas que possibilitem a divulgação de novos talentos para a sociedade.

A chefe da Assessoria Adjunta de Atividades Culturais da Alego, Emiliana Pereira, enfatizou o papel da Casa na promoção da cultura e no incentivo aos artistas goianos. “Mais uma vez a Casa abre as portas para prestigiar o trabalho dos nossos artistas goianos”, declarou.

Emiliana destacou o caráter simbólico da exposição por representar a estreia de um jovem artista em uma mostra individual. Segundo ela, a iniciativa busca ampliar as oportunidades para que novos talentos possam apresentar seus trabalhos e alcançar outros espaços de exposição.

A exposição permanecerá aberta para visitação até o dia 30 de junho, no saguão do Palácio Maguito Vilela.



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