quinta-feira, abril 30, 2026

Lídia Peres critica violência em UPA e cobra segurança


Enfermeira pré-candidata a distrital reage a agressão e aponta falhas na proteção de profissionais

A enfermeira e pré-candidata a deputada distrital Lídia Peres (PSD) publicou, nesta quarta-feira (30), um vídeo em que reage a mais um episódio de violência dentro da rede pública de saúde do Distrito Federal. A manifestação ocorreu após a agressão contra uma profissional na UPA II de Ceilândia, registrada na noite anterior.

No conteúdo divulgado nas redes sociais, Lídia Peres (PSD) questionou a falta de segurança enfrentada por médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde. A pré-candidata afirmou que os trabalhadores seguem expostos a riscos constantes mesmo desempenhando funções essenciais no atendimento à população.

Leia também

Durante a gravação, Lídia Peres (PSD) levantou críticas sobre a recorrência de episódios de violência nas unidades de saúde e questionou a ausência de medidas efetivas para conter esse tipo de situação. A manifestação também incluiu um posicionamento de solidariedade à enfermeira agredida e a outros profissionais que já passaram por situações semelhantes.

O episódio mencionado ocorreu na UPA II de Ceilândia, onde uma enfermeira foi agredida por um homem de 30 anos, acompanhante de uma paciente. De acordo com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), o agressor já apresentava comportamento hostil desde o início do atendimento.

Segundo o Iges-DF, o homem teria proferido ofensas contra a equipe e exigido atendimento prioritário indevido, apesar de a paciente já estar sendo assistida. A situação evoluiu para agressão física, gerando tumulto, danos ao patrimônio público e confronto também com um policial militar.

Leia também:

A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada, conteve o agressor e o encaminhou à 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia Centro. O caso passou a ser investigado pelas autoridades competentes.

Ao comentar o ocorrido, Lídia Peres (PSD) apontou o episódio como reflexo de um problema estrutural na rede pública de saúde. Segundo ela, a falta de medidas concretas de proteção contribui para a repetição de casos de violência, colocando em risco tanto os profissionais quanto os pacientes atendidos nas unidades.


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Durante a gravação, Lídia Peres (PSD) levantou críticas sobre a recorrência de episódios de violência nas unidades de saúde e questionou a ausência de medidas efetivas para conter esse tipo de situação. A manifestação também incluiu um posicionamento de solidariedade à enfermeira agredida e a outros profissionais que já passaram por situações semelhantes.

O episódio mencionado ocorreu na UPA II de Ceilândia, onde uma enfermeira foi agredida por um homem de 30 anos, acompanhante de uma paciente. De acordo com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), o agressor já apresentava comportamento hostil desde o início do atendimento.

Segundo o Iges-DF, o homem teria proferido ofensas contra a equipe e exigido atendimento prioritário indevido, apesar de a paciente já estar sendo assistida. A situação evoluiu para agressão física, gerando tumulto, danos ao patrimônio público e confronto também com um policial militar.

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A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada, conteve o agressor e o encaminhou à 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia Centro. O caso passou a ser investigado pelas autoridades competentes.

Ao comentar o ocorrido, Lídia Peres (PSD) apontou o episódio como reflexo de um problema estrutural na rede pública de saúde. Segundo ela, a falta de medidas concretas de proteção contribui para a repetição de casos de violência, colocando em risco tanto os profissionais quanto os pacientes atendidos nas unidades.


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