quinta-feira, setembro 17, 2026

Laurício, técnico de radiologia, disputa a CLDF pelo Avante

Candidato se apresenta como único da categoria e cita 8 mil inscritos no CRTR-DF

Laurício, técnico de radiologia e candidato a deputado distrital pelo Avante, afirma ser o único nome da categoria na disputa pela Câmara Legislativa. Diz que a função vai do diagnóstico ao tratamento e guia cirurgias na rede de saúde do Distrito Federal.

O candidato informa mais de 8 mil técnicos inscritos no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia do DF (CRTR-DF) e trata o número como base eleitoral possível. A conta é dele; não há pesquisa anexada.

A pauta que apresenta é a precarização da categoria: pejotização, ausência de acordo coletivo e condições de trabalho. A campanha promete mobilizar o conselho profissional em torno dessas cobranças.

Oito mil inscritos não votam em bloco. O argumento de Laurício (Avante) é corporativo: se a radiologia for às urnas como categoria, a CLDF ganha um técnico. Se não for, o discurso fica no consultório.

O Avante já empurra nominata alinhada a Arruda e a Cury. Laurício entra pelo flanco da saúde operacional — o profissional que opera o aparelho, não o que discursa o hospital.

A urna de outubro mede se pejotização vira voto. Até lá, o recado é um: único da categoria, 8 mil no papel, acordo coletivo na pauta.

 

#Lauricio #Avante #CLDF #Radiologia #CRTRDF #EleicoesDF

Candidato se apresenta como único da categoria e cita 8 mil inscritos no CRTR-DF

Laurício, técnico de radiologia e candidato a deputado distrital pelo Avante, afirma ser o único nome da categoria na disputa pela Câmara Legislativa. Diz que a função vai do diagnóstico ao tratamento e guia cirurgias na rede de saúde do Distrito Federal.

O candidato informa mais de 8 mil técnicos inscritos no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia do DF (CRTR-DF) e trata o número como base eleitoral possível. A conta é dele; não há pesquisa anexada.

A pauta que apresenta é a precarização da categoria: pejotização, ausência de acordo coletivo e condições de trabalho. A campanha promete mobilizar o conselho profissional em torno dessas cobranças.

Oito mil inscritos não votam em bloco. O argumento de Laurício (Avante) é corporativo: se a radiologia for às urnas como categoria, a CLDF ganha um técnico. Se não for, o discurso fica no consultório.

O Avante já empurra nominata alinhada a Arruda e a Cury. Laurício entra pelo flanco da saúde operacional — o profissional que opera o aparelho, não o que discursa o hospital.

A urna de outubro mede se pejotização vira voto. Até lá, o recado é um: único da categoria, 8 mil no papel, acordo coletivo na pauta.

 

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