sexta-feira, maio 22, 2026

Gracyanne Barbosa fala sobre flacidez nas partes íntimas


Gracyane Barbosa – reprodução

Influenciadora fitness relatou mudanças na região íntima causadas por baixo percentual de gordura; ginecologista explica impactos do emagrecimento intenso.

A influenciadora fitness Gracyanne Barbosa, de 42 anos, usou as redes sociais para abordar as mudanças na região íntima causadas pelo percentual de gordura corporal muito baixo. O tema ganhou repercussão e abriu espaço para discussão sobre os efeitos do emagrecimento intenso e da definição muscular na saúde íntima feminina.

À CNN, a ginecologista Laura Gusman explicou que a perda significativa de gordura corporal realmente pode alterar a aparência, a firmeza e até o funcionamento da região íntima. “A vulva e os grandes lábios possuem tecido adiposo que ajuda a sustentar, proteger e dar volume à região. Quando essa gordura diminui de forma significativa, muitas mulheres percebem uma aparência mais ‘murcha’, perda de sustentação, maior flacidez e até alteração da textura da pele local”, ressaltou.

A médica apontou que esse quadro tem se tornado mais frequente não apenas entre atletas e mulheres com rotina intensa de exercícios, mas também em pacientes que passaram por emagrecimento acelerado, incluindo o uso de medicamentos como as chamadas “canetas emagrecedoras”.

Segundo Laura Gusman, a gordura funciona como uma base de sustentação natural para a pele e os tecidos íntimos. Quando ocorre perda importante ou muito rápida, os tecidos perdem suporte, levando a um aspecto mais “esvaziado” ou murcho. Além disso, o organismo pode reduzir a produção de hormônios importantes para a saúde da pele, da mucosa íntima e da sustentação tecidual.

A ginecologista alertou que há limites fisiológicos para o percentual de gordura no corpo feminino. “Em geral, fala-se em torno de 10% a 13% de gordura corporal como o limite biológico mínimo necessário para manutenção das funções hormonais, saúde reprodutiva e equilíbrio metabólico”, explicou. Abaixo disso, o corpo pode entrar em estado de escassez energética, impactando ciclo menstrual, fertilidade e saúde íntima.

Você vai gostar:

As mudanças não são apenas estéticas. A perda de volume na região íntima pode causar desconforto físico, aumento de atrito, sensibilidade, ressecamento e até dor durante atividades como exercícios ou relações sexuais. A flacidez íntima é multifatorial e pode estar ligada também ao envelhecimento, menopausa, gestação, parto, tabagismo e oscilações de peso.

A médica destacou que já existem tratamentos disponíveis para melhorar a firmeza, hidratação e sustentação da região íntima, como laser íntimo, radiofrequência, bioestimuladores de colágeno, skinboosters e preenchimento íntimo.

#metrópoles #bsbtimes #oxadrezdapolitica #brasiliaeumovo #jornalistaheliorosa #governomaster #gracyannebarbosa #flacidezdintima #saudeintima #emagrecimento #ginecologia #df



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Gracyane Barbosa – reprodução

Influenciadora fitness relatou mudanças na região íntima causadas por baixo percentual de gordura; ginecologista explica impactos do emagrecimento intenso.

A influenciadora fitness Gracyanne Barbosa, de 42 anos, usou as redes sociais para abordar as mudanças na região íntima causadas pelo percentual de gordura corporal muito baixo. O tema ganhou repercussão e abriu espaço para discussão sobre os efeitos do emagrecimento intenso e da definição muscular na saúde íntima feminina.

À CNN, a ginecologista Laura Gusman explicou que a perda significativa de gordura corporal realmente pode alterar a aparência, a firmeza e até o funcionamento da região íntima. “A vulva e os grandes lábios possuem tecido adiposo que ajuda a sustentar, proteger e dar volume à região. Quando essa gordura diminui de forma significativa, muitas mulheres percebem uma aparência mais ‘murcha’, perda de sustentação, maior flacidez e até alteração da textura da pele local”, ressaltou.

A médica apontou que esse quadro tem se tornado mais frequente não apenas entre atletas e mulheres com rotina intensa de exercícios, mas também em pacientes que passaram por emagrecimento acelerado, incluindo o uso de medicamentos como as chamadas “canetas emagrecedoras”.

Segundo Laura Gusman, a gordura funciona como uma base de sustentação natural para a pele e os tecidos íntimos. Quando ocorre perda importante ou muito rápida, os tecidos perdem suporte, levando a um aspecto mais “esvaziado” ou murcho. Além disso, o organismo pode reduzir a produção de hormônios importantes para a saúde da pele, da mucosa íntima e da sustentação tecidual.

A ginecologista alertou que há limites fisiológicos para o percentual de gordura no corpo feminino. “Em geral, fala-se em torno de 10% a 13% de gordura corporal como o limite biológico mínimo necessário para manutenção das funções hormonais, saúde reprodutiva e equilíbrio metabólico”, explicou. Abaixo disso, o corpo pode entrar em estado de escassez energética, impactando ciclo menstrual, fertilidade e saúde íntima.

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As mudanças não são apenas estéticas. A perda de volume na região íntima pode causar desconforto físico, aumento de atrito, sensibilidade, ressecamento e até dor durante atividades como exercícios ou relações sexuais. A flacidez íntima é multifatorial e pode estar ligada também ao envelhecimento, menopausa, gestação, parto, tabagismo e oscilações de peso.

A médica destacou que já existem tratamentos disponíveis para melhorar a firmeza, hidratação e sustentação da região íntima, como laser íntimo, radiofrequência, bioestimuladores de colágeno, skinboosters e preenchimento íntimo.

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