Neste ano de eleições gerais, a urna para votação eletrônica completa 30 anos no Brasil.
O equipamento foi usado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, de forma parcial e em caráter de teste.
De lá para cá, muita coisa mudou.
Em 1998, passou a exibir a foto de todas as candidatas e candidatos, e em 2000, o sistema já era usado por 100% do eleitorado nacional.
A preparação, segurança e transparência também evoluíram.
Em 2002, foi realizada a cerimônia pública de lacração e o teste de integridade.
Dois anos depois, começaram as auditorias periódicas no código-fonte.
As eleições de 2006 marcaram o início dos testes com identificação biométrica.
E a urna continua evoluindo.
Neste ano, a tela conta com recurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, para indicar votos brancos, nulos e a legenda partidária.
O painel informa a quantidade de números esperados para cada cargo em disputa.
E uma barra na parte superior da tela mostra o andamento da confirmação do voto.
Pelo menos 34 países utilizam ou já utilizaram sistemas eletrônicos de votação, como França, Bulgária, Índia, Peru, México e determinados estados dos Estados Unidos.
Em três décadas, a Justiça Eleitoral brasileira nunca registrou um único caso comprovado de fraude.
*Com informações da Agência Brasil
