terça-feira, abril 14, 2026

Como EUA pretentem desativar minas no Estreito de Ormuz


Em meio ao bloqueio naval, americanos localizam e destroem explosivos deixados pelo Irã com helicópteros, drones subaquáticos e detonadores acústicos.

Os Estados Unidos iniciaram, nesta segunda-feira (13), o bloqueio ao Estreito de Ormuz e uma das prioridades da operação é localizar e desativar as minas navais espalhadas pelo Irã na região. O editor de Internacional da CNN Brasil, Diego Pavão, detalhou o complexo processo usado pela Marinha americana.

O bloqueio visa impedir o fluxo de petróleo iraniano, mas também busca limpar o estreito das minas, que representam grande risco para a navegação comercial. Mesmo com garantias americanas, as companhias de seguro e armadores temem os explosivos de localização incerta.

Leia também

Para minas na superfície ou flutuantes, os EUA utilizam helicópteros MH-60 Sierra equipados com o sistema ALMDS (detecção por laser). Voando a baixa altitude, os feixes de laser identificam os explosivos na água.

Mina ancoradas no fundo do mar são detectadas por veículos subaquáticos não tripulados (UUVs) que usam sonares e sensores. Todas as informações são enviadas em tempo real para navios de guerra, onde especialistas criam mapas e definem a melhor forma de neutralização.

Leia também:

Muitas minas iranianas são acústicas e explodem com o ruído de motores de navios. Para neutralizá-las, os americanos usam dispositivos que simulam essa frequência sonora, detonando as minas a distância de forma controlada.

Para minas de contato abaixo da superfície, são usados drones descartáveis do tipo Archerfish, que se aproximam e detonam junto com o explosivo. Minas ancoradas no leito são neutralizadas com cabos submarinos que cortam as correntes que as prendem.

O Estreito de Ormuz, com apenas 30 km de largura em seu ponto mais estreito, é responsável por cerca de 20% do petróleo mundial. A ação americana busca garantir a segurança da rota vital para o comércio global.

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Em meio ao bloqueio naval, americanos localizam e destroem explosivos deixados pelo Irã com helicópteros, drones subaquáticos e detonadores acústicos.

Os Estados Unidos iniciaram, nesta segunda-feira (13), o bloqueio ao Estreito de Ormuz e uma das prioridades da operação é localizar e desativar as minas navais espalhadas pelo Irã na região. O editor de Internacional da CNN Brasil, Diego Pavão, detalhou o complexo processo usado pela Marinha americana.

O bloqueio visa impedir o fluxo de petróleo iraniano, mas também busca limpar o estreito das minas, que representam grande risco para a navegação comercial. Mesmo com garantias americanas, as companhias de seguro e armadores temem os explosivos de localização incerta.

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Para minas na superfície ou flutuantes, os EUA utilizam helicópteros MH-60 Sierra equipados com o sistema ALMDS (detecção por laser). Voando a baixa altitude, os feixes de laser identificam os explosivos na água.

Mina ancoradas no fundo do mar são detectadas por veículos subaquáticos não tripulados (UUVs) que usam sonares e sensores. Todas as informações são enviadas em tempo real para navios de guerra, onde especialistas criam mapas e definem a melhor forma de neutralização.

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Muitas minas iranianas são acústicas e explodem com o ruído de motores de navios. Para neutralizá-las, os americanos usam dispositivos que simulam essa frequência sonora, detonando as minas a distância de forma controlada.

Para minas de contato abaixo da superfície, são usados drones descartáveis do tipo Archerfish, que se aproximam e detonam junto com o explosivo. Minas ancoradas no leito são neutralizadas com cabos submarinos que cortam as correntes que as prendem.

O Estreito de Ormuz, com apenas 30 km de largura em seu ponto mais estreito, é responsável por cerca de 20% do petróleo mundial. A ação americana busca garantir a segurança da rota vital para o comércio global.

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