sexta-feira, outubro 30, 2026

Chefe de gabinete de Milei defende atuação da Argentina na saída de Flávio


Diego Santilli afirma que senador entrou e saiu do país sem restrições legais; oposição argentina pressiona governo

O chefe de gabinete de Javier Milei, Diego Santilli, defendeu nesta quinta-feira (29) a postura do governo da Argentina na saída de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25). “Conforme informou a Direção Nacional de Migrações, ele entrou com a documentação correspondente, em dia, e saiu em um avião, também nas mesmas condições”, afirmou o aliado de Milei.

Leia também:

“Entrou pela imigração, não tinha nenhum impedimento, não havia impedimento da Interpol”, continuou Santilli ao canal argentino El Tres durante uma agenda em Rosario. “Se um cidadão entra sem nenhuma restrição e sai sem nenhuma restrição… Foi isso que aconteceu. O órgão de imigração autorizou porque não havia impedimento.” De acordo com a DNM, Flávio e sua família entraram na Argentina às 22h50 de terça (27) pela ponte internacional Tancredo Neves e embarcaram em um jato particular operado pela empresa Baires Fly S.A. rumo a Guayaquil, com destino final em Miami.

Posteriormente, descobriu-se que Flávio usou seu passaporte italiano para entrar no país vizinho e o diplomático brasileiro para ingressar nos EUA, mesmo após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que ele entregasse tais documentos. Não havia, no entanto, ordem judicial para prender o político. A oposição da Argentina tem aproveitado o episódio para pressionar o governo a um ano das eleições presidenciais nas quais Milei deve disputar a reeleição.

Leia também:

Diego Santilli, chefe de gabinete de Javier Milei, afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) entrou e saiu da Argentina sem qualquer restrição legal ou impedimento da Interpol.

Até o fechamento, não há informação sobre a posição oficial do governo brasileiro em relação às declarações de Santilli. Também não constam detalhes sobre eventuais pedidos de cooperação internacional formalizados pelo Brasil.

#FlavioBolsonaro #Milei #Argentina #DiegoSantilli #Fuga #Eleicoes2026



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Diego Santilli afirma que senador entrou e saiu do país sem restrições legais; oposição argentina pressiona governo

O chefe de gabinete de Javier Milei, Diego Santilli, defendeu nesta quinta-feira (29) a postura do governo da Argentina na saída de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25). “Conforme informou a Direção Nacional de Migrações, ele entrou com a documentação correspondente, em dia, e saiu em um avião, também nas mesmas condições”, afirmou o aliado de Milei.

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“Entrou pela imigração, não tinha nenhum impedimento, não havia impedimento da Interpol”, continuou Santilli ao canal argentino El Tres durante uma agenda em Rosario. “Se um cidadão entra sem nenhuma restrição e sai sem nenhuma restrição… Foi isso que aconteceu. O órgão de imigração autorizou porque não havia impedimento.” De acordo com a DNM, Flávio e sua família entraram na Argentina às 22h50 de terça (27) pela ponte internacional Tancredo Neves e embarcaram em um jato particular operado pela empresa Baires Fly S.A. rumo a Guayaquil, com destino final em Miami.

Posteriormente, descobriu-se que Flávio usou seu passaporte italiano para entrar no país vizinho e o diplomático brasileiro para ingressar nos EUA, mesmo após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que ele entregasse tais documentos. Não havia, no entanto, ordem judicial para prender o político. A oposição da Argentina tem aproveitado o episódio para pressionar o governo a um ano das eleições presidenciais nas quais Milei deve disputar a reeleição.

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Diego Santilli, chefe de gabinete de Javier Milei, afirmou que Flávio Bolsonaro (PL) entrou e saiu da Argentina sem qualquer restrição legal ou impedimento da Interpol.

Até o fechamento, não há informação sobre a posição oficial do governo brasileiro em relação às declarações de Santilli. Também não constam detalhes sobre eventuais pedidos de cooperação internacional formalizados pelo Brasil.

#FlavioBolsonaro #Milei #Argentina #DiegoSantilli #Fuga #Eleicoes2026



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