Medida faz parte de pacote de ajuste fiscal anunciado pela governadora Celina Leão para tentar melhorar nota de crédito do DF
O Governo do Distrito Federal contratou uma auditoria e identificou mais de 7 mil imóveis subutilizados que podem, futuramente, gerar receita para o GDF. A iniciativa integra um conjunto de medidas de ajuste fiscal anunciadas pela governadora Celina Leão (PP) após a crise envolvendo o BRB e o caso Master.
A auditoria foi contratada com o objetivo de mapear esses imóveis e avaliar formas de obter ganhos financeiros com eles. Alguns dos bens estão localizados em municípios do entorno de Brasília, em Goiás.
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Até o momento, o governo publicou decreto determinando corte de 25% nos valores dos contratos do GDF e determinou a ocupação do Centro Administrativo do Distrito Federal, que estava inaugurado há 12 anos, mas nunca foi efetivamente utilizado. Servidores de seis secretarias já foram transferidos para o local.
O secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira, afirmou que o ajuste nas contas exige um corte de 10% nas despesas até o final do ano. O objetivo é melhorar a nota do DF em Capacidade de Pagamento (Capag) junto ao Tesouro Nacional, atualmente classificada como C.
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Com nota C, o Distrito Federal não consegue ter a União como avalista em empréstimos. A meta do governo é elevar a nota até, no máximo, setembro.
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