quinta-feira, abril 30, 2026

Governo avalia demissão de aliados de Alcolumbre após derrota no Senado


Planalto reage à rejeição de Messias e mira aliados de Alcolumbre

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a avaliar uma ofensiva para demitir ocupantes de cargos de confiança ligados ao senador Davi Alcolumbre (União-AP) na Esplanada dos Ministérios. A medida surge como reação direta à derrota no Senado, que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (29).

Nos bastidores, integrantes do governo classificam o movimento como uma “declaração de guerra” contra parlamentares e aliados considerados responsáveis pela articulação contrária ao Planalto. A votação no Senado expôs fragilidades na base governista e provocou uma resposta imediata nos círculos internos do Executivo.

Leia também

A expectativa, segundo interlocutores do governo, é que as primeiras exonerações comecem a ser publicadas já nas primeiras horas desta quinta-feira (30) no Diário Oficial da União. A estratégia seria uma forma de reorganizar a ocupação de cargos e sinalizar mudança no tratamento político com aliados considerados infiéis.

Fontes da Secretaria de Relações Institucionais indicam que o processo já foi iniciado. Integrantes da pasta passaram a entrar em contato com ocupantes de cargos ligados ao grupo de Alcolumbre (União-AP) para agendar reuniões, movimento interpretado como etapa preliminar para as demissões.

A avaliação dentro do governo é de que a permanência desses nomes se tornou insustentável após o resultado da votação no Senado. Auxiliares do presidente defendem uma reconfiguração da base aliada, com maior controle político sobre indicações e espaços dentro da máquina pública.

Leia também:

A possível ofensiva, no entanto, tende a ampliar a tensão entre o Executivo e o Congresso Nacional. Aliados de Alcolumbre já classificam o gesto como uma escalada no confronto político e avaliam que a reação pode impactar votações futuras de interesse do governo.

O episódio reforça o clima de instabilidade política após a rejeição inédita de um indicado ao STF e aponta para um cenário de maior disputa por influência entre Planalto e Senado, com possíveis reflexos na governabilidade nos próximos meses.


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Nos bastidores, integrantes do governo classificam o movimento como uma “declaração de guerra” contra parlamentares e aliados considerados responsáveis pela articulação contrária ao Planalto. A votação no Senado expôs fragilidades na base governista e provocou uma resposta imediata nos círculos internos do Executivo.

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Fontes da Secretaria de Relações Institucionais indicam que o processo já foi iniciado. Integrantes da pasta passaram a entrar em contato com ocupantes de cargos ligados ao grupo de Alcolumbre (União-AP) para agendar reuniões, movimento interpretado como etapa preliminar para as demissões.

A avaliação dentro do governo é de que a permanência desses nomes se tornou insustentável após o resultado da votação no Senado. Auxiliares do presidente defendem uma reconfiguração da base aliada, com maior controle político sobre indicações e espaços dentro da máquina pública.

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