sexta-feira, janeiro 2, 2026

Presidente eleito do Chile defende corredor humanitário para deportação de imigrantes irregulares


Kast afirma que migração pressiona serviços públicos, critica Venezuela e sinaliza alinhamento com políticas duras de segurança e fronteiras

O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast (Partido Republicano), defendeu nesta terça-feira (16/12) a criação de um “corredor humanitário de devolução” para imigrantes em situação irregular. A declaração foi feita em Buenos Aires, após a primeira reunião oficial com o presidente da Argentina, Javier Milei, na Casa Rosada.

Segundo Kast, o aumento da migração — sobretudo de venezuelanos — ocorreu porque o Chile passou a oferecer maior estabilidade econômica e melhores condições de acesso a serviços públicos. Para o presidente eleito, a entrada irregular de estrangeiros tem pressionado áreas como saúde, educação, moradia e segurança pública.

“Parte dessas pessoas entrou pela janela, e não pela porta”, afirmou Kast. Ele defendeu uma articulação regional para viabilizar a devolução dos imigrantes a seus países de origem, por meio de um corredor humanitário coordenado entre governos.

Durante a coletiva, Kast voltou a criticar o governo da Venezuela, classificando o país como uma “narcoditadura”. O líder chileno afirmou ainda que apoiaria uma eventual intervenção dos Estados Unidos para retirar Nicolás Maduro do poder, embora reconheça que o Chile não teria capacidade de atuar diretamente.

Eleito com mais de 58% dos votos, segundo o Serviço Eleitoral do Chile (Servel), Kast assumirá o cargo em 11 de março. Ele será o presidente mais à direita do país desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet, em 1990.

Durante a campanha, Kast prometeu endurecer o combate ao crime e expulsar cerca de 340 mil imigrantes sem documentação. Entre as propostas, defendeu a criação de um “escudo fronteiriço”, com muro na fronteira com a Bolívia, trincheiras e o envio de até 3 mil militares para conter entradas irregulares.

Após a vitória de Kast, o presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou a ativação de um Plano Especial de apoio jurídico e diplomático, por meio da Grande Missão Retorno à Pátria, voltado a venezuelanos que desejem deixar o Chile.

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Kast afirma que migração pressiona serviços públicos, critica Venezuela e sinaliza alinhamento com políticas duras de segurança e fronteiras

O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast (Partido Republicano), defendeu nesta terça-feira (16/12) a criação de um “corredor humanitário de devolução” para imigrantes em situação irregular. A declaração foi feita em Buenos Aires, após a primeira reunião oficial com o presidente da Argentina, Javier Milei, na Casa Rosada.

Segundo Kast, o aumento da migração — sobretudo de venezuelanos — ocorreu porque o Chile passou a oferecer maior estabilidade econômica e melhores condições de acesso a serviços públicos. Para o presidente eleito, a entrada irregular de estrangeiros tem pressionado áreas como saúde, educação, moradia e segurança pública.

“Parte dessas pessoas entrou pela janela, e não pela porta”, afirmou Kast. Ele defendeu uma articulação regional para viabilizar a devolução dos imigrantes a seus países de origem, por meio de um corredor humanitário coordenado entre governos.

Durante a coletiva, Kast voltou a criticar o governo da Venezuela, classificando o país como uma “narcoditadura”. O líder chileno afirmou ainda que apoiaria uma eventual intervenção dos Estados Unidos para retirar Nicolás Maduro do poder, embora reconheça que o Chile não teria capacidade de atuar diretamente.

Eleito com mais de 58% dos votos, segundo o Serviço Eleitoral do Chile (Servel), Kast assumirá o cargo em 11 de março. Ele será o presidente mais à direita do país desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet, em 1990.

Durante a campanha, Kast prometeu endurecer o combate ao crime e expulsar cerca de 340 mil imigrantes sem documentação. Entre as propostas, defendeu a criação de um “escudo fronteiriço”, com muro na fronteira com a Bolívia, trincheiras e o envio de até 3 mil militares para conter entradas irregulares.

Após a vitória de Kast, o presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou a ativação de um Plano Especial de apoio jurídico e diplomático, por meio da Grande Missão Retorno à Pátria, voltado a venezuelanos que desejem deixar o Chile.

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