Ex-presidente da Venezuela será formalmente notificado de acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, será apresentado a um juiz federal em Nova York nesta segunda-feira (5/1). A audiência está marcada para o meio-dia no horário local, o que corresponde às 14h no horário de Brasília, e tem como objetivo comunicar formalmente as acusações feitas pela Justiça dos Estados Unidos.
A informação foi divulgada neste domingo (4/1) pelo Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, que conduz o processo. Maduro foi capturado no sábado (3/1), em Caracas, durante uma operação realizada pelas Forças dos Estados Unidos, e levado ao território americano.
Segundo as autoridades norte-americanas, Maduro é acusado de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A denúncia prevê pena mínima de 20 anos de prisão, com possibilidade de prisão perpétua, conforme o indiciamento apresentado em Nova York.
O processo corria sob sigilo, mas teve o conteúdo tornado público por decisão da procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi. O indiciamento foi formulado por um grande júri federal do Distrito Sul de Nova York.
O que está acontecendo
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Os Estados Unidos atacaram, nesse sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela sob ordem do presidente Donald Trump.
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Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados a Nova York, onde serão julgados por narcoterrorismo.
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Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
De acordo com a acusação, Maduro teria liderado por mais de duas décadas uma estrutura criminosa instalada no alto escalão do Estado venezuelano. Esse esquema, segundo os promotores, utilizava instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos para enviar toneladas de cocaína aos Estados Unidos.
A denúncia aponta ainda parceria com organizações classificadas como terroristas ou narco-terroristas, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o Exército de Libertação Nacional (ELN), o Cartel de Sinaloa, os Los Zetas e o Tren de Aragua. Além de Maduro, também foram indiciados Diosdado Cabello, ministro do Interior da Venezuela; Cilia Flores; o deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente; e outros aliados do regime. Os crimes teriam ocorrido entre 1999 e 2025 e incluem conspiração para importação de cocaína, uso de armas de guerra e lavagem de dinheiro.
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