quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Confira as mensages de Lulinha no caso do Careca do INSS


Investigação apura possível sociedade oculta e suspeita de repasses mensais; defesa nega irregularidades

A Polícia Federal identificou indícios de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manteve relação de proximidade e até uma possível sociedade empresarial com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

As informações surgiram a partir do depoimento de Edson Claro, ex-funcionário do Careca, e de mensagens trocadas entre o empresário e a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, encontradas em celulares apreendidos pela PF.

Até o momento, a corporação afirma que não foi identificada a participação efetiva de Lulinha no esquema do INSS. Ainda assim, ele é citado em uma petição encaminhada ao STF, na qual a PF informa haver investigações preliminares para apurar se o filho do presidente atuava como sócio oculto de Antônio Antunes.

A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele nunca teve relação direta ou indireta com desvios no INSS. O caso foi revelado pelo Poder360 em 4 de dezembro de 2025, no contexto da Operação Sem Desconto, que apura o esquema conhecido como Farra do INSS.

Recentemente, Lulinha constituiu oficialmente um advogado para acompanhá-lo nas investigações. A defesa passou a ser feita pelo criminalista Guilherme Suguimori Santos, que solicitou acesso ao inquérito no Supremo Tribunal Federal no último dia 19 de janeiro.

Segundo a PF, Lulinha é investigado como possível sócio oculto do Careca do INSS e suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do empresário. Até então, ele não havia constituído advogado, sob o argumento de que não figurava formalmente como investigado.

Sobre o pedido de acesso aos autos, o advogado afirmou: “A nossa ideia é saber o que está neste inquérito que tem motivado essas diversas manifestações da imprensa”, acrescentando que está “às cegas” e aguarda decisão do STF. A PF também apura mensagens que indicam o envio, em dezembro de 2024, de um medicamento ao apartamento onde Lulinha morava em São Paulo, em nome de sua esposa, Renata Moreira. Procurado à época, Fábio Luís disse desconhecer o episódio e negou proximidade com Antônio Antunes.

Confira (imagens Poder 360):

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Investigação apura possível sociedade oculta e suspeita de repasses mensais; defesa nega irregularidades

A Polícia Federal identificou indícios de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manteve relação de proximidade e até uma possível sociedade empresarial com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

As informações surgiram a partir do depoimento de Edson Claro, ex-funcionário do Careca, e de mensagens trocadas entre o empresário e a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, encontradas em celulares apreendidos pela PF.

Até o momento, a corporação afirma que não foi identificada a participação efetiva de Lulinha no esquema do INSS. Ainda assim, ele é citado em uma petição encaminhada ao STF, na qual a PF informa haver investigações preliminares para apurar se o filho do presidente atuava como sócio oculto de Antônio Antunes.

A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e afirma que ele nunca teve relação direta ou indireta com desvios no INSS. O caso foi revelado pelo Poder360 em 4 de dezembro de 2025, no contexto da Operação Sem Desconto, que apura o esquema conhecido como Farra do INSS.

Recentemente, Lulinha constituiu oficialmente um advogado para acompanhá-lo nas investigações. A defesa passou a ser feita pelo criminalista Guilherme Suguimori Santos, que solicitou acesso ao inquérito no Supremo Tribunal Federal no último dia 19 de janeiro.

Segundo a PF, Lulinha é investigado como possível sócio oculto do Careca do INSS e suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do empresário. Até então, ele não havia constituído advogado, sob o argumento de que não figurava formalmente como investigado.

Sobre o pedido de acesso aos autos, o advogado afirmou: “A nossa ideia é saber o que está neste inquérito que tem motivado essas diversas manifestações da imprensa”, acrescentando que está “às cegas” e aguarda decisão do STF. A PF também apura mensagens que indicam o envio, em dezembro de 2024, de um medicamento ao apartamento onde Lulinha morava em São Paulo, em nome de sua esposa, Renata Moreira. Procurado à época, Fábio Luís disse desconhecer o episódio e negou proximidade com Antônio Antunes.

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