quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Caso Master domina retomada do Senado e pressiona STF, CPIs e governo


Investigações, indicação de Jorge Messias e pautas econômicas e institucionais marcam início do ano legislativo

O Senado Federal retoma os trabalhos nesta segunda-feira (2) sob forte pressão política em torno do Caso Master. As investigações sobre a fraude financeira e possíveis conexões com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) devem pautar comissões parlamentares e articulações nos próximos dias.

Na CPMI do INSS, está previsto para quinta-feira (5) o depoimento do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A comissão quer esclarecimentos sobre suspeitas de irregularidades em empréstimos consignados a aposentados e pensionistas, embora a defesa do banqueiro ainda avalie recorrer para adiar a oitiva.

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Paralelamente, a CPI do Crime Organizado deve analisar pedidos de convocações e quebras de sigilo relacionados ao Master, incluindo a atuação de ministros do STF e ligações de familiares de magistrados com o banco. Parlamentares da oposição também questionam a permanência do ministro Dias Toffoli na relatoria do caso no Supremo.

O tema avança ainda na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que criou um grupo de trabalho para investigar o caso. O colegiado pretende ouvir Vorcaro, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-presidente da instituição Roberto Campos Neto.

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Além das investigações, o Senado vive disputa política em torno da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF. Indicado pelo presidente Lula, o nome enfrenta resistência do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que defendia outra indicação. A expectativa do governo é concluir a sabatina entre o fim de fevereiro e o início de março.

Outras pautas relevantes também entram no radar do Senado em 2026, como a análise do acordo Mercosul–União Europeia, o novo Plano Nacional de Educação e a revisão da Lei do Impeachment. A tendência, porém, é que o Caso Master siga como eixo central das discussões neste início de ano legislativo.

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O Senado Federal retoma os trabalhos nesta segunda-feira (2) sob forte pressão política em torno do Caso Master. As investigações sobre a fraude financeira e possíveis conexões com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) devem pautar comissões parlamentares e articulações nos próximos dias.

Na CPMI do INSS, está previsto para quinta-feira (5) o depoimento do empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A comissão quer esclarecimentos sobre suspeitas de irregularidades em empréstimos consignados a aposentados e pensionistas, embora a defesa do banqueiro ainda avalie recorrer para adiar a oitiva.

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Paralelamente, a CPI do Crime Organizado deve analisar pedidos de convocações e quebras de sigilo relacionados ao Master, incluindo a atuação de ministros do STF e ligações de familiares de magistrados com o banco. Parlamentares da oposição também questionam a permanência do ministro Dias Toffoli na relatoria do caso no Supremo.

O tema avança ainda na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que criou um grupo de trabalho para investigar o caso. O colegiado pretende ouvir Vorcaro, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-presidente da instituição Roberto Campos Neto.

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Além das investigações, o Senado vive disputa política em torno da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF. Indicado pelo presidente Lula, o nome enfrenta resistência do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que defendia outra indicação. A expectativa do governo é concluir a sabatina entre o fim de fevereiro e o início de março.

Outras pautas relevantes também entram no radar do Senado em 2026, como a análise do acordo Mercosul–União Europeia, o novo Plano Nacional de Educação e a revisão da Lei do Impeachment. A tendência, porém, é que o Caso Master siga como eixo central das discussões neste início de ano legislativo.

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