quarta-feira, janeiro 7, 2026

Brasil adota prudência ao defender soberania sem citar Trump e Maduro


Governo Lula monitora crise e vê “território desconhecido” após ataque dos EUA à Venezuela

Dois dias após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, o governo brasileiro passou a tratar a crise como um “território desconhecido” e decidiu adotar uma postura de cautela no campo diplomático.

A orientação no Palácio do Planalto e no Itamaraty é defender de forma enfática a soberania nacional e o princípio da não-intervenção, evitando transformar o episódio em disputa política direta ou personalista.

Nesse contexto, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) optou por não citar nominalmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem o líder venezuelano Nicolás Maduro, capturado durante a operação militar realizada em Caracas no sábado (3).

Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a ação americana ultrapassa “uma linha inaceitável” e cria “um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, sem mencionar os envolvidos diretamente.

No domingo (4), um comunicado conjunto assinado por Brasil, Espanha, México, Chile, Colômbia e Uruguai rechaçou a operação, apontando violação do direito internacional e riscos à estabilidade regional. O texto também demonstrou preocupação com qualquer tentativa de controle externo sobre recursos naturais ou estratégicos da Venezuela.

Integrantes do governo avaliam que a posição brasileira não deve comprometer a relação com os Estados Unidos, recentemente retomada após tensões envolvendo tarifas comerciais e a aplicação — posteriormente revogada — da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes (STF) e sua esposa.

A diretriz adotada é manter o foco nos princípios constitucionais da política externa brasileira — soberania, integridade territorial e autodeterminação dos povos — evitando personalizar o conflito e reduzir riscos de escalada diplomática.

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Dois dias após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, o governo brasileiro passou a tratar a crise como um “território desconhecido” e decidiu adotar uma postura de cautela no campo diplomático.

A orientação no Palácio do Planalto e no Itamaraty é defender de forma enfática a soberania nacional e o princípio da não-intervenção, evitando transformar o episódio em disputa política direta ou personalista.

Nesse contexto, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) optou por não citar nominalmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem o líder venezuelano Nicolás Maduro, capturado durante a operação militar realizada em Caracas no sábado (3).

Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que a ação americana ultrapassa “uma linha inaceitável” e cria “um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, sem mencionar os envolvidos diretamente.

No domingo (4), um comunicado conjunto assinado por Brasil, Espanha, México, Chile, Colômbia e Uruguai rechaçou a operação, apontando violação do direito internacional e riscos à estabilidade regional. O texto também demonstrou preocupação com qualquer tentativa de controle externo sobre recursos naturais ou estratégicos da Venezuela.

Integrantes do governo avaliam que a posição brasileira não deve comprometer a relação com os Estados Unidos, recentemente retomada após tensões envolvendo tarifas comerciais e a aplicação — posteriormente revogada — da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes (STF) e sua esposa.

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