quarta-feira, outubro 21, 2026

Sob Lula, dívida externa cresce e Brasil volta a ser devedor internacional após 19 anos


Dívida externa chega a R$ 2,05 TRILHÕES (US$ 407,1 bilhões) e supera reservas em US$ 5,1 bilhões

O Brasil voltou a registrar dívida externa líquida positiva após 19 anos. Segundo dados do Banco Central citados pelo Estadão, a dívida externa brasileira chegou a US$ 407,1 bilhões em junho, superando em US$ 5,1 bilhões as reservas e os créditos externos considerados no cálculo. O movimento encerra 19 anos de posição credora líquida.

Leia também:

A dívida externa cresceu 27,4% no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto as reservas avançaram 15,8%. O déficit em transações correntes alcançou US$ 67,4 bilhões no ano passado, mais que o dobro do registrado em 2023. Especialistas alertam que a perda da posição de credor reduz a margem de segurança para enfrentar choques externos, especialmente se houver deterioração fiscal, queda dos investimentos estrangeiros ou aumento persistente do déficit externo.

O próprio Banco Central define as reservas como ativos destinados, entre outras funções, a financiar necessidades do balanço de pagamentos e permitir intervenções no mercado de câmbio. A posição externa líquida passou de negativa para positiva em US$ 5,1 bilhões, segundo o balanço mais recente, de junho.

A dívida externa cresceu 27,4% no governo Lula (PT), ritmo superior ao avanço de 15,8% das reservas internacionais.

Dados do Banco Central indicam que as reservas, de US$ 402 bilhões (incluindo créditos brasileiros no exterior), já não cobrem todo o endividamento do País com o resto do mundo. Somando setor público, bancos e empresas, a dívida externa alcançou US$ 407,1 bilhões, maior nível em 40 anos de estatísticas.

Leia também:

Até o fechamento, não há informação sobre a posição líquida atualizada após junho nem sobre a reação oficial do Ministério da Fazenda aos números. Também não constam detalhes sobre a composição exata da dívida entre setor público e privado além do total divulgado pelo Banco Central.

#Lula #DividaExterna #BancoCentral #Economia #Brasil #ReservasInternacionais



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Dívida externa chega a R$ 2,05 TRILHÕES (US$ 407,1 bilhões) e supera reservas em US$ 5,1 bilhões

O Brasil voltou a registrar dívida externa líquida positiva após 19 anos. Segundo dados do Banco Central citados pelo Estadão, a dívida externa brasileira chegou a US$ 407,1 bilhões em junho, superando em US$ 5,1 bilhões as reservas e os créditos externos considerados no cálculo. O movimento encerra 19 anos de posição credora líquida.

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O próprio Banco Central define as reservas como ativos destinados, entre outras funções, a financiar necessidades do balanço de pagamentos e permitir intervenções no mercado de câmbio. A posição externa líquida passou de negativa para positiva em US$ 5,1 bilhões, segundo o balanço mais recente, de junho.

A dívida externa cresceu 27,4% no governo Lula (PT), ritmo superior ao avanço de 15,8% das reservas internacionais.

Dados do Banco Central indicam que as reservas, de US$ 402 bilhões (incluindo créditos brasileiros no exterior), já não cobrem todo o endividamento do País com o resto do mundo. Somando setor público, bancos e empresas, a dívida externa alcançou US$ 407,1 bilhões, maior nível em 40 anos de estatísticas.

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Até o fechamento, não há informação sobre a posição líquida atualizada após junho nem sobre a reação oficial do Ministério da Fazenda aos números. Também não constam detalhes sobre a composição exata da dívida entre setor público e privado além do total divulgado pelo Banco Central.

#Lula #DividaExterna #BancoCentral #Economia #Brasil #ReservasInternacionais



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