quarta-feira, outubro 21, 2026

916 mil brasileiros no exterior podem votar no 2º turno


Assim como no primeiro turno, mais de 916 mil eleitores brasileiros fora do país seguem aptos para ir às urnas no segundo turno, em 102 países. O número equivale a 0,5% do total de aptos no Brasil, que passa dos 158 milhões.

O total de aptos lá fora para estas eleições é bem maior do que o de 2022, quando havia menos de 800 mil pessoas que podiam votar no exterior. Mesmo com aumento este ano, o índice de abstenção é considerado alto: segundo os dados do TRE do Distrito Federal (responsável pelas urnas fora do Brasil), mais de 500 mil eleitores não foram votar lá fora, o equivalente a 62%. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil a abstenção foi de 21%.

Os Estados Unidos têm o maior eleitorado brasileiro no exterior. Por lá, a abstenção foi de 71%. Portugal é o segundo país com mais eleitores brasileiros e a abstenção foi de 61%. O terceiro em número de eleitores do Brasil é o Japão, onde 58% não foram às urnas no primeiro turno.

Além disso, mais de 10 mil que foram votar optaram pelo voto branco ou nulo: foram pouco mais de 3% dos eleitores brasileiros fora do país. Essas pessoas podem votar somente para os cargos de presidente e vice-presidente da República. E neste ano, a Justiça Eleitoral instalou 1.310 seções eleitorais em 146 cidades estrangeiras.

No perfil dos mais de 916 mil eleitores fora do Brasil, 57% são mulheres e 43% homens. E a maior parte tem entre 40 e 44 anos.

A maior parte das seções de votação funciona em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços. Quem vai estar fora do país no domingo, mas vota aqui no Brasil, precisa justificar em qualquer zona eleitoral no exterior ou pelo aplicativo e-Título.




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Assim como no primeiro turno, mais de 916 mil eleitores brasileiros fora do país seguem aptos para ir às urnas no segundo turno, em 102 países. O número equivale a 0,5% do total de aptos no Brasil, que passa dos 158 milhões.

O total de aptos lá fora para estas eleições é bem maior do que o de 2022, quando havia menos de 800 mil pessoas que podiam votar no exterior. Mesmo com aumento este ano, o índice de abstenção é considerado alto: segundo os dados do TRE do Distrito Federal (responsável pelas urnas fora do Brasil), mais de 500 mil eleitores não foram votar lá fora, o equivalente a 62%. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil a abstenção foi de 21%.

Os Estados Unidos têm o maior eleitorado brasileiro no exterior. Por lá, a abstenção foi de 71%. Portugal é o segundo país com mais eleitores brasileiros e a abstenção foi de 61%. O terceiro em número de eleitores do Brasil é o Japão, onde 58% não foram às urnas no primeiro turno.

Além disso, mais de 10 mil que foram votar optaram pelo voto branco ou nulo: foram pouco mais de 3% dos eleitores brasileiros fora do país. Essas pessoas podem votar somente para os cargos de presidente e vice-presidente da República. E neste ano, a Justiça Eleitoral instalou 1.310 seções eleitorais em 146 cidades estrangeiras.

No perfil dos mais de 916 mil eleitores fora do Brasil, 57% são mulheres e 43% homens. E a maior parte tem entre 40 e 44 anos.

A maior parte das seções de votação funciona em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem ser instaladas em hotéis, escolas e outros espaços. Quem vai estar fora do país no domingo, mas vota aqui no Brasil, precisa justificar em qualquer zona eleitoral no exterior ou pelo aplicativo e-Título.




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