quarta-feira, setembro 16, 2026

Julgamento no STF é foco de declarações de candidatos à Presidência


O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, no contexto da crise do Banco Master, esteve no foco das declarações dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (15).

Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de podcasts e acompanhou a sessão plenária em frente à Corte. Pelas redes sociais, afirmou que o julgamento ganhou o debate público em pleno período eleitoral.

Romeu Zema, do Novo, esteve com apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e fez críticas ao possível envolvimento de políticos no caso Master.

Hertz Dias, do PSTU, visitou a greve dos bancários da Caixa e teve reunião com apoiadores na zona rural de São Luís, no Maranhão. Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, afirmou que esta é “a maior crise do Judiciário desde a Nova República”.

Em transmissão pela internet, Renan Santos, do Missão, afirmou que a crise STF ocupou o lugar de propostas políticas de interesses dos eleitores.

Nas agendas de Ronaldo Caiado, do PSD, e de Rui Costa Pimenta, do PCO, estavam previstas coletivas de imprensa sobre o julgamento no STF nesta terça-feira.

Augusto Cury, do Avante, promoveu ato na Avenida Paulista, em Frente ao Masp. Cury conversou com apoiadores, fez críticas a adversários e defendeu “a paz para o desenvolvimento do país”.

Em Campinas, no interior de São Paulo, Edmilson Costa, do PCB, realizou caravana em defesa de um governo que coloque o povo no centro das decisões.

Samara Martins, do Unidade Popular, esteve na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde defendeu a recomposição dos orçamentos das universidades e institutos federais, além da ampliação de bolsas de estudo, de moradia estudantil, de restaurantes universitários e de transporte para estudantes.

Flávio Bolsonaro, do PL, participou de ato de campanha com correligionários em Fortaleza.

Lula, do PT, concedeu entrevista ao Jornal da Record.

Wilson Grassi, do Democrata, teve atividades internas de campanha.




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O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, no contexto da crise do Banco Master, esteve no foco das declarações dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira (15).

Clariana Barão, do Democracia Cristã, participou de podcasts e acompanhou a sessão plenária em frente à Corte. Pelas redes sociais, afirmou que o julgamento ganhou o debate público em pleno período eleitoral.

Romeu Zema, do Novo, esteve com apoiadores na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e fez críticas ao possível envolvimento de políticos no caso Master.

Hertz Dias, do PSTU, visitou a greve dos bancários da Caixa e teve reunião com apoiadores na zona rural de São Luís, no Maranhão. Em mensagem enviada à nossa equipe de reportagem, afirmou que esta é “a maior crise do Judiciário desde a Nova República”.

Em transmissão pela internet, Renan Santos, do Missão, afirmou que a crise STF ocupou o lugar de propostas políticas de interesses dos eleitores.

Nas agendas de Ronaldo Caiado, do PSD, e de Rui Costa Pimenta, do PCO, estavam previstas coletivas de imprensa sobre o julgamento no STF nesta terça-feira.

Augusto Cury, do Avante, promoveu ato na Avenida Paulista, em Frente ao Masp. Cury conversou com apoiadores, fez críticas a adversários e defendeu “a paz para o desenvolvimento do país”.

Em Campinas, no interior de São Paulo, Edmilson Costa, do PCB, realizou caravana em defesa de um governo que coloque o povo no centro das decisões.

Samara Martins, do Unidade Popular, esteve na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde defendeu a recomposição dos orçamentos das universidades e institutos federais, além da ampliação de bolsas de estudo, de moradia estudantil, de restaurantes universitários e de transporte para estudantes.

Flávio Bolsonaro, do PL, participou de ato de campanha com correligionários em Fortaleza.

Lula, do PT, concedeu entrevista ao Jornal da Record.

Wilson Grassi, do Democrata, teve atividades internas de campanha.




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