quinta-feira, julho 30, 2026

Locutor de rodeio Piracicabano pode receber cidadania goiana honorífica


O paulista Edson Fuzaro de Castro, locutor de rodeio conhecido nacionalmente como Piracicabano, poderá se tornar cidadão goiano honorífico por força de proposta do deputado Lucas do Vale (PSD), com o projeto de lei nº 14137/26. O texto está fase de votação preliminar para ser remetido à Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Casa, onde será distribuído à relatoria parlamentar.

 

Vale defende que Castro, para além do microfone, é reconhecido pela simplicidade e pelo trabalho social que desenvolve em auxílio a pessoas necessitadas, e é descrito por aqueles que o conhecem como um profissional humilde e dedicado à família.

O parlamentar anota que ao longo de quase quatro décadas de atuação, Piracicabano tornou-se uma das vozes mais respeitadas e reconhecidas do rodeio brasileiro, atuando com frequência em eventos em municípios goianos, como Aparecida de Goiânia, Paraúna, Santo Antônio da Barra e Santa Helena de Goiás, além de feiras agropecuárias em outras regiões do país. Segundo o deputado, Piracicabano é descrito por organizadores, colegas de profissão e pelo público como uma lenda viva do rodeio nacional.

O homenageado

Edson Fuzaro de Castro é natural do município de Nova Granada (SP), sendo desde então conhecido pelo apelido “Piracicabano”. Segundo relato do próprio homenageado, o apelido surgiu de uma temporada em que morou na cidade de Piracicaba (SP), onde trabalhou ao lado do locutor Chiquito Som.

Ao retornar à sua cidade, trouxe consigo o sotaque característico dos piracicabanos, o que levou amigos a apelidá-lo, inicialmente, de “Piracicabano falso”, apelido que, com o tempo, se consolidou simplesmente como “Piracicabano”, alcunha pela qual é conhecido e celebrado há décadas no universo do rodeio.

Antes de se tornar locutor, Piracicabano participava de rodeios na condição de peão. Sua trajetória como narrador teve início de forma fortuita, em 1986, quando o locutor contratado para um determinado evento não compareceu por motivo de doença, e ele foi convidado a assumir o microfone. A narração, que se estendeu por seis dias de rodeio, despertou nele o gosto pela locução, dando origem a uma carreira que já soma mais de mil rodeios narrados em vários estados.

Ele é também homem de fé declarada: devoto de Nossa Senhora Aparecida, realizou uma peregrinação a pé de sua cidade natal até a Basílica de Aparecida do Norte (SP), percorrendo cerca de 615 km em 19 dias. Sua influência se estende, ainda, à formação de novos talentos da locução e da música sertaneja: foi responsável por incentivar o filho, Júnior Castro, que em 2013 foi consagrado “Locutor Revelação do Ano” no Campeonato Rozeta, e que posteriormente seguiu também carreira como cantor.



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O paulista Edson Fuzaro de Castro, locutor de rodeio conhecido nacionalmente como Piracicabano, poderá se tornar cidadão goiano honorífico por força de proposta do deputado Lucas do Vale (PSD), com o projeto de lei nº 14137/26. O texto está fase de votação preliminar para ser remetido à Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Casa, onde será distribuído à relatoria parlamentar.

 

Vale defende que Castro, para além do microfone, é reconhecido pela simplicidade e pelo trabalho social que desenvolve em auxílio a pessoas necessitadas, e é descrito por aqueles que o conhecem como um profissional humilde e dedicado à família.

O parlamentar anota que ao longo de quase quatro décadas de atuação, Piracicabano tornou-se uma das vozes mais respeitadas e reconhecidas do rodeio brasileiro, atuando com frequência em eventos em municípios goianos, como Aparecida de Goiânia, Paraúna, Santo Antônio da Barra e Santa Helena de Goiás, além de feiras agropecuárias em outras regiões do país. Segundo o deputado, Piracicabano é descrito por organizadores, colegas de profissão e pelo público como uma lenda viva do rodeio nacional.

O homenageado

Edson Fuzaro de Castro é natural do município de Nova Granada (SP), sendo desde então conhecido pelo apelido “Piracicabano”. Segundo relato do próprio homenageado, o apelido surgiu de uma temporada em que morou na cidade de Piracicaba (SP), onde trabalhou ao lado do locutor Chiquito Som.

Ao retornar à sua cidade, trouxe consigo o sotaque característico dos piracicabanos, o que levou amigos a apelidá-lo, inicialmente, de “Piracicabano falso”, apelido que, com o tempo, se consolidou simplesmente como “Piracicabano”, alcunha pela qual é conhecido e celebrado há décadas no universo do rodeio.

Antes de se tornar locutor, Piracicabano participava de rodeios na condição de peão. Sua trajetória como narrador teve início de forma fortuita, em 1986, quando o locutor contratado para um determinado evento não compareceu por motivo de doença, e ele foi convidado a assumir o microfone. A narração, que se estendeu por seis dias de rodeio, despertou nele o gosto pela locução, dando origem a uma carreira que já soma mais de mil rodeios narrados em vários estados.

Ele é também homem de fé declarada: devoto de Nossa Senhora Aparecida, realizou uma peregrinação a pé de sua cidade natal até a Basílica de Aparecida do Norte (SP), percorrendo cerca de 615 km em 19 dias. Sua influência se estende, ainda, à formação de novos talentos da locução e da música sertaneja: foi responsável por incentivar o filho, Júnior Castro, que em 2013 foi consagrado “Locutor Revelação do Ano” no Campeonato Rozeta, e que posteriormente seguiu também carreira como cantor.



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