terça-feira, maio 26, 2026

Bia de Lima contesta percentual cobrado de servidores da Segurança Pública


A parlamentar Bia de Lima (PT), terceira a utilizar a tribuna na Ordem do Dia, se solidarizou com servidores da Segurança Pública aposentados e pensionistas sobre o cumprimento da promessa de suspender a cobrança da contribuição previdenciária de 14,25% pelo governador Daniel Vilela (MDB). O pronunciamento dela foi nesta terça-feira, 26.

A deputada informou que está estabelecido em lei federal de 2026 que “os servidores que ganham abaixo do teto do INSS devem ser isentos de cobrança previdenciária, portanto é fundamental que a gente consiga acabar com esse sofrimento desses aposentados e pensionistas de todos os setores do Estado, inclusive os da Segurança Pública, tanto de quem esteja na ativa ou na reserva”.

Lima concluiu na sequência: “É inadmissível que o trabalhador seja punido com a perda de 50% da remuneração da aposentadoria pagando 14,25% de contribuição. Essa sangria desatada começou em 2020, com a retirada do quinquênio e fim da licença-prêmio e da aposentadoria especial dos professores. Agora, dizem que isso não tem problema.”



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A parlamentar Bia de Lima (PT), terceira a utilizar a tribuna na Ordem do Dia, se solidarizou com servidores da Segurança Pública aposentados e pensionistas sobre o cumprimento da promessa de suspender a cobrança da contribuição previdenciária de 14,25% pelo governador Daniel Vilela (MDB). O pronunciamento dela foi nesta terça-feira, 26.

A deputada informou que está estabelecido em lei federal de 2026 que “os servidores que ganham abaixo do teto do INSS devem ser isentos de cobrança previdenciária, portanto é fundamental que a gente consiga acabar com esse sofrimento desses aposentados e pensionistas de todos os setores do Estado, inclusive os da Segurança Pública, tanto de quem esteja na ativa ou na reserva”.

Lima concluiu na sequência: “É inadmissível que o trabalhador seja punido com a perda de 50% da remuneração da aposentadoria pagando 14,25% de contribuição. Essa sangria desatada começou em 2020, com a retirada do quinquênio e fim da licença-prêmio e da aposentadoria especial dos professores. Agora, dizem que isso não tem problema.”



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