quinta-feira, abril 23, 2026

Deputados avalizam, em 1ª votação, política de saúde mental para profissionais da saúde pública


Os parlamentares aprovaram, em primeira discussão e votação, o processo nº 12210/24, do deputado Veter Martins (PSB), que cria a Política de Atenção à Saúde Mental de Profissionais de Saúde Pública.

A matéria recebeu 21 votos favoráveis e nenhum contrário. Ela será encaminhada para apreciação em segunda votação.

De acordo com o autor da proposta, os profissionais da área da saúde estão enfrentando problemas, como sobrecarga de trabalho, falta de estrutura no ambiente de trabalho e carência de equipamentos de proteção individual. Isso tem desencadeado problemas como a síndrome de Bournot, esgotamento mental, alto índice de suicídio e altos níveis de ansiedade e depressão, principalmente entre os profissionais que trabalham na linha de frente assistencial.

“Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, a taxa de suicídio entre profissionais de saúde é de três a cinco vezes maior do que na população em geral. Esses profissionais precisam de suporte para enfrentar os vários problemas de saúde enfrentados no expediente de trabalho, e o atendimento psicológico se faz necessário para que eles tenham um equilíbrio emocional, que será realizado de forma virtual e visa amenizar o impacto emocional causado a esses profissionais”, afirma Martins em suas justificativas.

O deputado lembra que os principais tipos de absenteísmo na área saúde são causados por doenças e problemas de saúde, falta de motivação, estresse e depressão.



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Os parlamentares aprovaram, em primeira discussão e votação, o processo nº 12210/24, do deputado Veter Martins (PSB), que cria a Política de Atenção à Saúde Mental de Profissionais de Saúde Pública.

A matéria recebeu 21 votos favoráveis e nenhum contrário. Ela será encaminhada para apreciação em segunda votação.

De acordo com o autor da proposta, os profissionais da área da saúde estão enfrentando problemas, como sobrecarga de trabalho, falta de estrutura no ambiente de trabalho e carência de equipamentos de proteção individual. Isso tem desencadeado problemas como a síndrome de Bournot, esgotamento mental, alto índice de suicídio e altos níveis de ansiedade e depressão, principalmente entre os profissionais que trabalham na linha de frente assistencial.

“Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, a taxa de suicídio entre profissionais de saúde é de três a cinco vezes maior do que na população em geral. Esses profissionais precisam de suporte para enfrentar os vários problemas de saúde enfrentados no expediente de trabalho, e o atendimento psicológico se faz necessário para que eles tenham um equilíbrio emocional, que será realizado de forma virtual e visa amenizar o impacto emocional causado a esses profissionais”, afirma Martins em suas justificativas.

O deputado lembra que os principais tipos de absenteísmo na área saúde são causados por doenças e problemas de saúde, falta de motivação, estresse e depressão.



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