Documentos revelam que banco estatal adquiriu ativos com as mesmas características da fraude investigada pela PF.
O Banco de Brasília (BRB) comprou R$ 1,5 bilhão em ativos que pertenciam ao Banco Master e estavam investidos em fundos administrados pela Reag. As transações ocorreram após a Reag já ter sido alvo da Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, que investigava lavagem de dinheiro do PCC por meio de fundos.
Boa parte dos ativos adquiridos pelo BRB tem as mesmas características de “fundo sobre fundo” apontadas pela PF como parte da fraude que levou à liquidação da Reag e do próprio Master em novembro de 2025.
Leia também
Os documentos obtidos com exclusividade pelo Metrópoles via Lei de Acesso à Informação mostram que as compras foram aprovadas e pagas pelo BRB antes mesmo da produção dos pareceres de risco que alertavam sobre a semelhança com o esquema investigado na Carbono Oculto.
Quatro operações foram realizadas a toque de caixa em 30 de setembro de 2025. O BRB trocava carteiras podres do Credcesta por ativos que pareciam mais saudáveis, mas apresentavam graves problemas de transparência e liquidez.
Leia também:
Entre os negócios está a compra de 100% das cotas do FIP SH, que tornou o BRB sócio de Roberto Justus na Stellcorp. Outra operação envolveu o FIP Trevi, com avaliação artificialmente inflada. Os técnicos do BRB alertaram para estrutura de “fundo sobre fundo sobre fundo” e falta de informações sobre beneficiários finais.
Apesar dos riscos elevados, as aquisições foram aprovadas pela alta cúpula do banco, contribuindo para o rombo bilionário que o BRB enfrenta atualmente.
Entre agora no NOSSO grupo de WhatsApp: 🟢 https://chat.whatsapp.com/DacsMjMLlMEJIiuzc2CgWj
Acompanhe nossos perfis no Instagram: 🟧 https://www.instagram.com/bsb.times/
#CasoMaster #BRB #Reag #CarbonoOculto #DanielVorcaro #governomaster #metrópoles #bsbtimes #oxadrezdapolitica #brasiliaeumovo #jornalistaheliorosa #PoliticaDF #df #distritofederal #brasilia





