quarta-feira, março 25, 2026

Pesquisa Veritá: quando a manipulação é descarada e o próprio instituto tem de desmentir o resultado


Arruda a frente de Celina nas pesquisas – Imagem: Instituto Veritá

Buriti tenta vender Celina como líder enquanto o instituto desmente tudo

Semana passada o Instituto Veritá soltou sua pesquisa para governador do DF em 2026. Em menos de 24 horas a máquina midiática do Palácio do Buriti já estava gritando aos quatro ventos: “Celina Leão está na frente!”

Coincidência? Claro que não. Era o cenário espontâneo — aquela perguntinha aberta, sem lista de nomes, onde o eleitor tem que lembrar sozinho em quem votaria.

Resultado óbvio: quem tem a estrutura de governo, TV, rádio, site oficial e marqueteiros pagos com dinheiro público aparece na frente. Enquanto isso, a mesma máquina esconde José Roberto Arruda, cola nele a narrativa de “inelegível” (jurídica e antecipadamente) e finge que o TSE já decidiu. Quem são esses jornalistas que viraram videntes e já sabem o futuro do julgamento?

Mas ontem o próprio Veritá, nas suas redes, publicou em letras garrafais o que realmente importa: o cenário estimulado — aquele em que mostram a lista de candidatos, exatamente como a urna vai fazer em 2026.

E aí o circo desmonta: Arruda aparece com 24% das intenções de voto. Celina, com 22,5%.

O instituto não escondeu: destacou em imagem grande, com destaque, que esse é o resultado válido, pertinente e verossímil da pesquisa.

Ou seja: a “vitória” de Celina foi uma meia-verdade manipulada, um dado raso e incompleto vendido como verdade absoluta. Quando o eleitor vê os nomes na frente dele — como vai acontecer na urna —, o jogo vira.

Isso não é pesquisa. É propaganda disfarçada de dado técnico.

Durmam com isso. Ou acordem e observem: enquanto o Buriti tenta empurrar uma narrativa falsa, o próprio instituto que fez a pesquisa já entregou o recado em letras garrafais.

A verdade sempre aparece. Às vezes, até no Instagram do Veritá.



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Arruda a frente de Celina nas pesquisas – Imagem: Instituto Veritá

Buriti tenta vender Celina como líder enquanto o instituto desmente tudo

Semana passada o Instituto Veritá soltou sua pesquisa para governador do DF em 2026. Em menos de 24 horas a máquina midiática do Palácio do Buriti já estava gritando aos quatro ventos: “Celina Leão está na frente!”

Coincidência? Claro que não. Era o cenário espontâneo — aquela perguntinha aberta, sem lista de nomes, onde o eleitor tem que lembrar sozinho em quem votaria.

Resultado óbvio: quem tem a estrutura de governo, TV, rádio, site oficial e marqueteiros pagos com dinheiro público aparece na frente. Enquanto isso, a mesma máquina esconde José Roberto Arruda, cola nele a narrativa de “inelegível” (jurídica e antecipadamente) e finge que o TSE já decidiu. Quem são esses jornalistas que viraram videntes e já sabem o futuro do julgamento?

Mas ontem o próprio Veritá, nas suas redes, publicou em letras garrafais o que realmente importa: o cenário estimulado — aquele em que mostram a lista de candidatos, exatamente como a urna vai fazer em 2026.

E aí o circo desmonta: Arruda aparece com 24% das intenções de voto. Celina, com 22,5%.

O instituto não escondeu: destacou em imagem grande, com destaque, que esse é o resultado válido, pertinente e verossímil da pesquisa.

Ou seja: a “vitória” de Celina foi uma meia-verdade manipulada, um dado raso e incompleto vendido como verdade absoluta. Quando o eleitor vê os nomes na frente dele — como vai acontecer na urna —, o jogo vira.

Isso não é pesquisa. É propaganda disfarçada de dado técnico.

Durmam com isso. Ou acordem e observem: enquanto o Buriti tenta empurrar uma narrativa falsa, o próprio instituto que fez a pesquisa já entregou o recado em letras garrafais.

A verdade sempre aparece. Às vezes, até no Instagram do Veritá.



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