Deputado se defende em nova manifestação sobre busca e apreensão; diz que intermediou contato para acelerar acordo e ajudar crianças.
O deputado distrital Hermeto (MDB), líder do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), fez nova manifestação nesta quinta-feira (12/03/2026) sobre a Operação Blackboard, deflagrada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) para investigar desvios milionários na Secretaria de Educação do DF. A ação cumpriu 31 mandados de busca e apreensão em Brasília e São Paulo, com endereços ligados ao parlamentar entre os alvos.
Hermeto confirmou ter destinado emenda parlamentar para a Associação de Apoio à DRE do Núcleo Bandeirante, via Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF). A entidade, ligada à então coordenadora Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante, Ana Maria Alves da Silva — investigada como responsável por iniciar o processo de mudança de sede do CEF 01 da Candangolândia —, recebeu ao todo R$ 27 milhões em recursos de deputados.
O parlamentar afirmou que o valor da emenda deveria ser utilizado no aprimoramento do CEF 01. “Minha emenda era para reforma da escola, não para aluguel”, declarou. Ele negou participação direta ou indireta na licitação e reforçou que nunca destinou recursos para contrato de aluguel, mas sim para escolas que apadrinha na região.
As investigações apontam que, em 2020, a Secretaria de Educação alugou um imóvel particular no Setor de Postos e Motéis Sul (SPMS), na Candangolândia, para abrigar alunos do CEF 01 enquanto a sede pública seria reformada. A pasta não apresentou laudo técnico que comprovasse a necessidade da reforma, gerando suspeitas sobre o contrato de locação.
Hermeto relatou ter recebido ligação do empresário Carlos Eduardo Coelho Ferreira, dono do prédio, pedindo ajuda para acelerar o acordo. Ele confirmou ter ligado para o então secretário de Educação, João Pedro Ferraz, argumentando que as crianças estudavam em uma escola “caindo aos pedaços”. Dez dias depois, a Educação firmou contrato para usar o imóvel de Carlos Eduardo como abrigo provisório.
O deputado negou tráfico de influência e disse ter agido para ajudar as crianças. “Se isso for fazer tráfico de influência, eu fiz, sim. Atuo pela educação”, afirmou. Questionado sobre relação com Carlos Eduardo, Hermeto negou vínculo, mas reconheceu conhecê-lo por ser “famoso na região”.
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