Parlamentares planejam recorrer de decisão de Flávio Dino que anulou quebra de sigilo; defesa critica vazamentos.
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a ser foco das investigações da CPMI do INSS no Congresso Nacional. Indícios surgidos durante as apurações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social colocaram o nome dele no centro das discussões.
No fim de fevereiro, em sessão tumultuada, a comissão aprovou a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telemático de Lulinha. A medida foi obtida por 14 votos a 7, em votação simbólica.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a decisão. A CPMI deve apresentar recurso contra a liminar. A cúpula da comissão se reuniu nesta segunda-feira (09/03/2026) com a Advocacia do Senado para tratar do assunto.
O pleno do STF analisará a decisão de Dino em julgamento virtual a partir de 13 de março. Caso o plenário referende a anulação, as quebras de sigilo precisarão ser votadas novamente, de forma individual e não em bloco.
A quebra de sigilo identificou movimentação de R$ 19,5 milhões entre 2022 e 2026 em conta de Lulinha. Os dados foram obtidos pela CPMI. A defesa criticou os vazamentos das informações financeiras.
Lulinha não é investigado diretamente pela Polícia Federal, mas foi mencionado em operações. Seu nome apareceu em buscas contra a empresária Roberta Luchsinger, em dezembro de 2025.
A PF apura suspeita de sociedade oculta entre Lulinha e Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, por meio de Roberta. A empresária também teve quebra de sigilo aprovada pela CPMI e suspensa por Dino na quarta-feira (04/03).
André Mendonça autorizou quebra de sigilo de Lulinha a pedido da PF antes da decisão da comissão. A solicitação foi motivada por suspeitas de “mesadas” de Antunes ao filho do presidente.
O relatório da PF, sob sigilo, aponta pagamentos de R$ 300 mil mensais para facilitar acesso de Antunes a locais em Brasília. A defesa nega qualquer participação nas fraudes do INSS.
Em petição ao STF, o advogado Guilherme Suguimori afirmou que Lulinha está “absolutamente tranquilo” quanto ao resultado da quebra. Ele se colocou à disposição para esclarecimentos e reiterou que não houve crime.
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