domingo, fevereiro 22, 2026

Bolsonaro joga pá de cal nas pretenções de Ibaneis e Celina


Jair Bolsonaro enterrou de vez as pretensões de Ibaneis Rocha e Celina Leão. Apoio exclusivo a Michelle Bolsonaro e Bia Kicis para o Senado pelo PL no Distrito Federal. Zero menção ao governo do Buriti. Zero espaço para o governador que se dizia “aliado” ou para a vice que tenta se fantasiar de bolsonarista de última hora. O silêncio em relação a Inbaneis foi desprezo calculado contra uma direita de fachada.

Nós já cantamos a pedra aqui na coluna: o discurso “de direita” de Ibaneis e Celina é oportunismo retórico, calcado em conveniência eleitoral, não em convicção.

Ibaneis, no auge do escândalo do Banco Master, corre para os braços de Kakay – símbolo do establishment jurídico alinhado ao lulismo, abandonando qualquer pose de combatente ao “sistema aparelhado”. Quando a pressão aperta, ideologia evapora: entra o pragmatismo de sobrevivência nas cortes superiores.

Celina não fica atrás. Tenta colar no bolsonarismo com flertes conservadores e distanciamento calculado do chefe, mas esbarra na própria sigla: o Progressistas (PP) assina carta defendendo Dias Toffoli, o ministro que o bolsonarismo vê como peça central naquilo que entende por perseguição. Como sustentar anti-STF no palanque local enquanto a legenda protege um dos alvos mais odiados da direita? Incoerência e desespero de quem muda de lado por necessidade.

E a biografia pesa: Celina não vira conservadora por iluminação – vira porque o legado herdado é rombo bilionário no BRB, atrasos desmentidos por auditores e escândalo que fragiliza o banco público. Seu passado no PPS (herdeiro do PCB) não ajuda. Não cola.

Bolsonaro sabe. O alinhamento com essa turma era de fachada desde o início – e não seria perdoado. Hoje, com Michelle e Bia Kicis blindadas como as únicas apoiadas pelo bolsonarismo no Senado, o recado é definitivo: Ibaneis e Celina foram isolados, desconectados e sepultados politicamente na esfera da direita.



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Jair Bolsonaro enterrou de vez as pretensões de Ibaneis Rocha e Celina Leão. Apoio exclusivo a Michelle Bolsonaro e Bia Kicis para o Senado pelo PL no Distrito Federal. Zero menção ao governo do Buriti. Zero espaço para o governador que se dizia “aliado” ou para a vice que tenta se fantasiar de bolsonarista de última hora. O silêncio em relação a Inbaneis foi desprezo calculado contra uma direita de fachada.

Nós já cantamos a pedra aqui na coluna: o discurso “de direita” de Ibaneis e Celina é oportunismo retórico, calcado em conveniência eleitoral, não em convicção.

Ibaneis, no auge do escândalo do Banco Master, corre para os braços de Kakay – símbolo do establishment jurídico alinhado ao lulismo, abandonando qualquer pose de combatente ao “sistema aparelhado”. Quando a pressão aperta, ideologia evapora: entra o pragmatismo de sobrevivência nas cortes superiores.

Celina não fica atrás. Tenta colar no bolsonarismo com flertes conservadores e distanciamento calculado do chefe, mas esbarra na própria sigla: o Progressistas (PP) assina carta defendendo Dias Toffoli, o ministro que o bolsonarismo vê como peça central naquilo que entende por perseguição. Como sustentar anti-STF no palanque local enquanto a legenda protege um dos alvos mais odiados da direita? Incoerência e desespero de quem muda de lado por necessidade.

E a biografia pesa: Celina não vira conservadora por iluminação – vira porque o legado herdado é rombo bilionário no BRB, atrasos desmentidos por auditores e escândalo que fragiliza o banco público. Seu passado no PPS (herdeiro do PCB) não ajuda. Não cola.

Bolsonaro sabe. O alinhamento com essa turma era de fachada desde o início – e não seria perdoado. Hoje, com Michelle e Bia Kicis blindadas como as únicas apoiadas pelo bolsonarismo no Senado, o recado é definitivo: Ibaneis e Celina foram isolados, desconectados e sepultados politicamente na esfera da direita.



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