sábado, fevereiro 7, 2026

Ibaneis e Reag teriam combinado “dobradinha” no conselho do BRB


O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e um fundo ligado à Reag Investimentos teriam atuado em conjunto para ocupar vagas no Conselho Fiscal do Banco de Brasília (BRB). A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e envolve o período entre 2024 e 2025, quando o BRB realizou operações com o Banco Master hoje investigadas.

Segundo a reportagem, Ibaneis indicou sua chefe de gabinete, Juliana MoniciSouza Pinheiro, além dos advogados Leonardo Oliveira de Vasconcelos e Celivaldo Elói de Sousa para o conselho do banco. Posteriormente, o fundo Borneo, administrado pela Reag e que se tornou acionista do BRB, assumiu a indicação dos dois advogados.

Juliana Monici foi indicada em novembro de 2024 como representante dos acionistas preferencialistas e chegou a ser eleita. Mais tarde, o BRB alegou erro na ata e corrigiu sua posição, passando a classificá-la como representante do controlador, o Governo do Distrito Federal.

[wp_show_postsid=”72211″]

Na mesma assembleia, os nomes dos dois advogados não foram aprovados. O próprio governo pediu a suspensão da deliberação até a análise do Comitê de Elegibilidade do BRB.

A situação mudou em março de 2025, quando o fundo Borneo, já como acionista do banco, indicou oficialmente Leonardo e Celivaldo para as vagas destinadas aos acionistas preferencialistas. Ambos acabaram eleitos após disputa com outra chapa.

As indicações ocorreram no mesmo período em que o BRB comprou carteiras do Banco Master e tentou adquirir o controle da instituição, operações que hoje estão sob investigação por suspeitas de irregularidades.



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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e um fundo ligado à Reag Investimentos teriam atuado em conjunto para ocupar vagas no Conselho Fiscal do Banco de Brasília (BRB). A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e envolve o período entre 2024 e 2025, quando o BRB realizou operações com o Banco Master hoje investigadas.

Segundo a reportagem, Ibaneis indicou sua chefe de gabinete, Juliana MoniciSouza Pinheiro, além dos advogados Leonardo Oliveira de Vasconcelos e Celivaldo Elói de Sousa para o conselho do banco. Posteriormente, o fundo Borneo, administrado pela Reag e que se tornou acionista do BRB, assumiu a indicação dos dois advogados.

Juliana Monici foi indicada em novembro de 2024 como representante dos acionistas preferencialistas e chegou a ser eleita. Mais tarde, o BRB alegou erro na ata e corrigiu sua posição, passando a classificá-la como representante do controlador, o Governo do Distrito Federal.

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Na mesma assembleia, os nomes dos dois advogados não foram aprovados. O próprio governo pediu a suspensão da deliberação até a análise do Comitê de Elegibilidade do BRB.

A situação mudou em março de 2025, quando o fundo Borneo, já como acionista do banco, indicou oficialmente Leonardo e Celivaldo para as vagas destinadas aos acionistas preferencialistas. Ambos acabaram eleitos após disputa com outra chapa.

As indicações ocorreram no mesmo período em que o BRB comprou carteiras do Banco Master e tentou adquirir o controle da instituição, operações que hoje estão sob investigação por suspeitas de irregularidades.



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