Durante a discussão do projeto de lei nº 30511/25, em sessão extraordinária híbrida nesta quinta-feira, 4, Clécio Alves (Republicanos) foi à tribuna Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) da para declarar o seu voto contrário.
A matéria da Governadoria atualiza a cobrança do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) aplicado sobre combustíveis. O texto está em sua primeira fase de votação em Plenário.
Momentos antes, a proposição foi aprovada em reunião da Comissão Mista e o deputado afirmou que, no colegiado, se posicionou pela rejeição do texto original e aprovação de votos em separado apresentados pelos petistas Mauro Rubem, Bia de Lima e Antônio Gomide e por Major Araújo (PL). Alves ressaltou que os votos em separado foram lidos no encontro e defendeu que essa prática seja frequente.
“É importante explicar porque não tributar mais os nossos cidadãos, que não têm mais folego para pagar mais imposto, mais taxa, mais reajuste. Como vem um projeto desse para que esta Casa homologue mais um aumento? Isso não era nem tema de se discutir”, opinou.
“Isso é um tapa na cara da população do Estado de Goiás, dado com o argumento de que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) determinou e tem que ser cumprido. Coisa nenhuma. Se a Assembleia não aprovar, é simples, não vai valer”, declarou por fim.
